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GESTÃO E MARKETING PARA PESSOAS E EMPRESAS - CONSULTORIAS - TREINAMENTOS - PROJETOS - Economista, Consultor com 25 anos de experiência, Especialista em Gestão Empresarial, MBA em Consultoria Empresarial, Administração e Marketing. Cursos na How Tec. para Consultores (São Paulo), Cherto Consultoria e Franchising(São Paulo),Univ. Caixa (Brasília),Estudos com Consultores Mundiais como Peter Senge, Richard Whiteley, Edward de Bono, Jim Cunninghan, Hirum Smith
domingo, 28 de novembro de 2021
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
domingo, 9 de fevereiro de 2020
GILBERTO TRINDADE e OS BONS TEMPOS 09022020 1ª hora
1ª Hora do Programa de Rádio da RBC FM de São Gabriel RS com as melhores dos anos 50 60 70
sábado, 30 de dezembro de 2017
2018: Reflexões, Frustrações
e Esperanças
Publicado
no Jornal “O Fato” de 20/12/2017
Natal chegando e com ele muitas bocas e mentes a bradar o
“Amai-vos uns aos outros”, porém ecoando em poucos corações.
Onde foi parar o “Amai-vos uns aos outros” quando o
espirito do ganha/perde, do ódio, da intolerância ao outro é pauta diária na
nossa sociedade?
Onde está o “Amai-vos uns aos outros” quando a ideia de
exclusão do estado como fomentador da oferta, como regulador do mercado
econômico, como empreendedor e sócio daqueles que não tem capital para empreender
serve somente para aqueles mesmos que a 500 anos controlam os recursos públicos
e utilizam para seus grupos, deixando as migalhas para a maioria?
Engraçado que vira o ano novo, chega 2018 e as pessoas, como
num passe de mágica, acreditam que “porque o ano mudou tudo agora é novo”, uma
nova vida, um novo mundo, um novo salvador da pátria, um novo milagre. E assim,
ao acordar de mais um desses golpes dos devaneios proporcionados pelos meios de
sedução dos dominantes, o povo se envergonha de sua decisão e se fecha em seu
orgulho ferido até o próximo “Novo Milagre” que virá do além e que ele não
precisa fazer nada.
Ora, um povo sem ação, sem atitude, sem opinião, sem
movimento é o ideal para aqueles que sempre se serviram desse mercado que não
precisa crescer pois sabem que anestesiando a inconformidade popular, via ópios
de diversas formas, estarão mantendo seus privilégios econômicos, pois sabem
que é a inconformidade que alavanca o desenvolvimento.
Em 2018 tenho a esperança de estar errado, do contrário,
teremos mais um ano de sofrimento econômico para os mais pobres, especialmente
os das cidades de economia altamente dependente dos investimentos públicos como
São Gabriel e muitas da metade sul do Rs
Em 2018 nós, o povo, teremos a esperança de resgatar o
direito de determinar que projeto queremos em nosso país e paremos de ir atrás
de ideias milagrosas, de artistas da política e falsos não políticos, de
mágicos econômicos e passemos a olhar com senso crítico e prático tudo o que os
projetistas estão falando e fizeram e, principalmente, paremos de nos omitir em
nossos grupos de opinião, pois “a ideia que não é posta à crítica, é frágil”
Feliz 2018.
domingo, 5 de novembro de 2017
Lions Plácido de Castro - São Gabriel/RS - Ações Abril/out. 2017
Ações Desenvolvidas desde a criação em abril a out de 2017 e Ações Agendadas para Nov./Dez. 2017 apresentadas na reunião distrital de 05112017
com os Lions Clube de São Gabriel, Rosário do Sul, Santana do Livramento e Dom Pedrito-RS
com os Lions Clube de São Gabriel, Rosário do Sul, Santana do Livramento e Dom Pedrito-RS
quarta-feira, 27 de abril de 2016
No Day After, Muito a Agradecer
Agora na Reserva (como
falavam os integrantes do alto comando da melhor segurança bancária da galáxia
– Alessandro, Felipe e Marco), e ouvindo músicas para o “Os Bons Tempos Estão
de Volta” do próximo domingo, na RBC FM 87.9 ( www.rbcfm.com
),meu pensamento navegou por esses 35 anos mostrando que há vida dentro da
Caixa, que foram muitas as alegrias, que muito tenho a agradecer e quase nada a
pedir.
Agradecer, primeiramente, a
Deus pela graça de pertencer a uma das maiores empresas do mundo (a maior em
pontos de atendimento) que me proporcionou um salário digno para sustentar meus
sonhos e de minha família, me deu a distinção para participar tanto na área
estratégia, quanto tática e operacional, a concluir um curso superior e
especializações, MBAs e outras qualificações, um sobrenome profissional
(Gilberto “da Caixa”), a oportunidade conhecer muita gente Brasil afora, e tão
importante quanto, o fato de contribuir com meu trabalho para a melhoria de vida
de milhões de famílias.
Agradecer aos meus
superiores, inúmeros colegas de trabalho, prestadores de serviços
terceirizados, vigilantes, serventes, estagiários com os quais tive o
privilégio de desfrutar uma excelente convivência, aprendizado e companheirismo
profissional.
Aos Mais de 500 empresários
e seus colaboradores parceiros da Caixa (empresários
lotéricos e empresários correspondentes das mais de 65 cidades de atuação )
que tive o orgulho de contribuir com minha atividade de consultor empresarial,
aos quais muito devo o que aprendi em “o que é ser empreendedor, guerreiro e
socialmente responsável no Brasil” e onde conheci o que é ser feliz
profissionalmente.
Aos meus amigos pessoais e
virtuais muito obrigado pelos conselhos, curtidas e opiniões que elevaram minha
estima e motivação.
Agradecer aos meus pais pela
visão de futuro, aconselhamento, apoio, valores e luz para que eu me preparasse
sempre para estar em condições para a vida pessoal e para o mercado de
trabalho, bem como aos demais familiares (irmãos,
cunhados, tios, sobrinhos) pelo incentivo e apoio em vários momentos da minha
trajetória.
Especialmente, agradecer a
minha companheira nesses últimos 38 anos de vida, minha namorada, amiga e esposa
Maria Inês, que me fez ser tudo o que sou com seu amor e perseverança em querer
me fazer feliz ( apesar da minha alma
inquieta ), e a família que construímos (
filhos Douglas, Maíra, Estêvan e Cícero, genro João Guilherme e nora Tanise )
pela paciência, confiança, motivação, compreensão e amor que sempre me
dedicaram nessa jornada da vida. ( mas
não relaxem, outras loucuras virão – me aguardem, ahahahahah ).
Agora é a vida que segue, NOVOS TEMPOS, BELOS DIAS, pedindo a
Deus saúde, força, fé, alegria e unidade na diversidade.
Muito Obrigado a todos.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
A Ousadia de Transformar
“Meu Sonho é que, no futuro, falte
consultório para os médicos e não faltem profissionais para atender bem a nossa
população” Daniel Ferrony – Secretário
Municipal da Saúde
Esta
semana nossa cidade teve um importante fato que impactará na vida das pessoas:
A Criação de 16 equipes do “Estratégia
de Saúde da Família - EFS”. Ao tomarem conhecimento que esse programa já tem 20
anos de existência, surgiu a indagação:
Por que só agora chegou aqui em nossa cidade?
A
resposta é simples: A atual gestão da cidade tem a visão de que é preciso
romper com o modelo cultural instalada nestes últimos 50 anos, modelo com visão
de curto prazo, modelo com a visão de que mudar é risco e não oportunidade de
melhoria, modelo de visão do “sempre fizemos assim e ninguém reclamou”.
Mudar
a visão cultural é o átomo da nova vida, porque a cultura é o elemento promotor
da transformação e necessita de um movimento essencial para que uma cidade, uma
empresa ou uma pessoa evolua: O Desenvolvimento das Pessoas (líderes e liderados).
São
elas, as pessoas, com suas competências individuais que fazem melhor uma
empresa, uma cidade, uma nação, e para isso é preciso aprimorar os
conhecimentos, as habilidades e as atitudes a serem aplicadas no mundo
coletivo, agregando valor ao indivíduo e contribuindo para o alcance dos
resultados pretendidos.
As
pessoas, quando na função de líder, necessitam desenvolver competências para
influenciar e inspirar os liderados a aderirem à transformação cultural, dentre
as estas está o liderar pelo exemplo, ter foco no cliente, e identificar
necessidades de desenvolvimento e aperfeiçoamento para si e para sua equipe,
para que haja concentração de esforços para o alcance dos objetivos.
Mas,
se não houver pessoas ousadas não haverá o incentivo a uma cultura da
transformação tanto na cidade quanto na empresa, não haverá inovação e um
ambiente colaborativo para que se tenha um melhor relacionamento com a
sociedade.
Se
não houver ousadia não haverá pessoas capazes de entregar produtos ou serviços
sustentáveis à comunidade, pois não terá líderes a encorajar as pessoas na
busca das suas aspirações, a estarem motivadas e comprometidas para desenvolver
capacidades a fim de transformar a sociedade para um mundo melhor para todos.
Simples Assim: Para transformar é preciso ousar.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
E agora cidade, e agora você?
Publicado no
jornal “ O Imparcial” em 24/01/2015
“Capitalismo funciona
mais ou menos assim: Ninguém te obriga a abrir uma empresa.
E depois que você a
abriu, ninguém deveria ser obrigado a adquirir seus serviços para ajudá-la a se
sustentar
Mas cá na
terrinha, se criou a idéia de que eu sou obrigado a sustentar com meus
impostos,
o negócio privado dos outros”
- Comentário
extraído das redes sociais -
Aproveitei esse comentário acima para ilustrar uma
das visões que temos em nossa cidade quando o assunto é investimento público,
onde se cobra muito dos agentes políticos como se ainda estivéssemos no tempo
do império, onde o dinheiro público era empregado de acordo com o que o rei
achava que era bom para o povo, sem a interferência das regras de mercado.
Com o advento do capitalismo em nossas vidas, a
partir dos anos 90, temos novas regras em jogo. Costumo dizer que antes o jogo
era basquete, agora é futebol, ou seja, não dá mais para querer jogar futebol
com as regras de basquete (mas muitos daqueles que se beneficiavam das regras
do basquete, insistem em querê-las no jogo atual, mesmo sabendo que o resultado
para o time e para a torcida será catastrófico).
No mundo empresarial também não é diferente. As
empresas estão sujeitas a mudanças das regras (muitas não desejadas), e muitas
morrem porque não visualizaram as novas necessidades das “torcidas” e o preparo
dos competidores e, assim, continuaram sem a oportunidade de se sair melhor, ou
seja, não se adequaram as novas regras do jogo.
Estar atento a essas novas regras é tarefa do
Líder, que precisa comunicar e dar o exemplo para que seu time (cidade,
empresa, negócio) possa enxergar a direção a seguir a se capacitar
permanentemente e a estar motivado a cada partida para que todos construam
valor para sua torcida (cliente).
Assim, criar valor para o cliente é o principal stakeholder do empreendedor, pois seus
desejos e preferências mudam rapidamente no mundo globalizado, onde a cada 2
minutos cai um paradigma, fincando mais difícil saber o que ele quer. As
ferramentas de Marketing podem ajudar a diminuir essa distância.
Portanto, você cidade, você empresário, você
governante, você profissional: Faça-se lembrar na hora da necessidade da
mudança, saia da zona de conforto, seja pró-ativo na inovação, esteja motivado
e preparado para ela, seja fatod de mudança e não refém dela.
Simples Assim: Nada
Muda se Você não Mudar
sábado, 10 de janeiro de 2015
2015: Quem não anda para a frente fica para trás
Publicado em “O Imparcial” em 10.01.2015
“Nossa cidade
cresce que nem cola de cavalo”;
“Passo anos sem
vir aqui e quando chego nada mudou”;
“Aqui é a terra do
Tinha”;
“Se eleito trarei
uma indústria para cá”;
“Não temos visão
de futuro”
Essas frases, que ouço a mais de 40 anos em São Gabriel , demonstram
a visão cultural reativa do nosso município onde sonhar novas formas de atuação
é sempre vista como uma ameaça e não como uma oportunidade, diferentemente das
cidades interioranas da metade norte do estado como Caxias, Gramado, Bento
Gonçalves, Carlos Barbosa, cidades com cultura de Inovação, empreendedoras,
visionárias, com senso coletivo de oportunidade e em constante adaptação aos
novos tempos
Esses tempos de criatividade em alta, tempos que
tudo é veloz, que tudo se sabe rapidamente (para o bem e para o mal), tempos
que a paciência, a tolerância e a fidelidade as coisas estão em baixa, é
preciso trazer “novos momentos” para as pessoas. E tudo isso é proporcionado
pela Inovação
O que é Inovação:
A inovação é criar
novo valor e gerar com isso impacto positivo nos negócios de quem inova.
(Maximiliano
Carlomagno)
A Inovação é e continuará sendo uma constante no
nosso mundo e ocorre cada vez mais rapidamente e vem exigir das pessoas,
especialmente agora em 2015, atitudes transformadoras na Vida, nos conceitos,
no trabalho, na empresa, na família, na sociedade (inclui-se Cidade, País), mas
para que ela aconteça é necessário que se construa uma cultura de inovação.
A Cultura de
Inovação:
Uma cultura
de inovação só se cria modificando atitudes, crenças e valores arraigados.
(Felipe Ost Scherer)
Essa
transformação cultural representa um desafio, sendo necessário ações para
permitir as pessoas ousarem com ideias inovadoras, por meio de um ambiente com
mais liberdade, autonomia, abertura e uma liderança que promova e apoie as
idéias novas, as melhorias e os sonhos das pessoas.
Exemplo de
Inovação:
O
Cirque Du Soleil inovou na experiência do cliente ao transformar a ida ao circo
numa nova experiência de entretenimento, desde a comunicação dos shows,
passando pela compra dos ingressos, chegada ao local do evento e ambiente do
espetáculo, um circo sem
animais, Com espetáculos temáticos, dando ênfase a músicas e danças artísticas.
Tudo primando pelo alto
nível de serviço e atenção aos detalhes, a fim de proporcionar uma experiência
inesquecível para o cliente e que hoje conta com quase 4000 empregados, de 40 países diferentes, incluindo
1000 artistas.
Por que
inovar?
Especialmente em 2015 com um cenário
extremamente competitivo, competição global, pressões internas para redução de
custos e aumento de produtividade, incertezas, clientes mais exigentes, pessoas
mais qualificadas, que começa com a economia prometendo ajustes duros, a
inovação é a salvação para os governos, empresas e pessoas não perderem
competitividade e empregabilidade no mercado e para isso necessitam entender e
acompanhar a evolução dos seus clientes e mercados, reduzir custos, criar
nichos, introduzir novos produtos ou serviços para melhorar consideravelmente a
qualidade de vida da sociedade.
Lembre-se: “Quem não anda para a frente, fica para
trás”
quinta-feira, 3 de abril de 2014
terça-feira, 6 de agosto de 2013
A NECESSIDADE DO MARKETING
Não havia necessidade de qualquer estratégia ou trabalho de marketing mais aprofundado, a não ser dar-se a conhecer ao mercado, pois havia pouca oferta (quase ausência de concorrência) para uma alta demanda.
Além disso, o faturamento das empresas eram todos aplicados no mercado financeiro que pagava altas taxas tornando a receita não operacional maior que a própria receita operacional das empresas.
Com a abertura do mercado, no governo Collor, em 1991 ocorreu uma avalanche de empresas e produtos entrando no Brasil, criando um aumento da oferta e a instalação da competição , dando o primeiro passo para a criação da necessidade da utilização do Marketing pelas empresas, para melhor se comunicar com o mercado e fidelizar o seu cliente.
Já no Governo Fernando Henrique Cardoso, em 1994 ocorreu o fim da inflação que fez com que muitas empresas que ainda viviam do não operacional (através de aplicações no mercado financeiro e vivendo dos juros destes), passaram a viver do mercado, onde o Marketing passou a ser fundamental para a sobrevivência,crescimento e se manter na preferência do consumidor.
Hoje, com a competição global, mais do que nunca o Marketing se faz indispensável, pois ele é o elo entre a empresa e o cliente, através dos estudos, pesquisas, atendimentos, estratégias, etc. e o Gestor de Marketing é aquele que está sempre conectado com o mercado em busca de sentir suas necessidades e desejos para transformá-los em produtos e serviços, devolvendo ao mercado para satisfazer tais necessidades.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
MOTIVAÇÃO,
SUCESSO E LIDERANÇA
Artigo
publicado em “O Imparcial”
Em minhas andanças neste
mundo da consultoria empresarial, tenho me deparado com a constante demanda dos
empresários da região: “Precisamos realizar uma palestra para motivar nossos
colaboradores”.
A
necessidade ora sentida, levou-me a desenvolver o estudo sobre “O LIDER
MOTIVADOR” (Palestra em fase final para empresários da Região) , acaba de se
confirmar nos últimos estudos da Towers Watson que mediu o engajamento junto a
90 mil trabalhadores em 18 países e descobriu que apenas 21% estavam engajados
no trabalho.
Essa
mesma pesquisa diz que o alto engajamento de colaboradores é a principal
diferença entre empresas com bons resultados e verdadeiras líderes de mercado,
produzindo resultados de negócios mensuráveis superiores.
E quando se fala em
engajamento, muitos acreditam que ele acontece quando “o empregado cumpre com
suas obrigações, é obediente, diligente e possui conhecimento” e que basta
essas qualidades para se obter sucesso no empreendimento.
Para os que assim pensam, a
Psicóloga Márcia Luz, especialista em Gestaint-Terapia, alerta para o risco de
sua empresa ficar para trás (principalmente neste mundo econômico instável,
competitivo e em constante mudança), e que é preciso urgentemente construir uma
empresa em condições de merecer os dons extraordinários que os colaboradores
podem trazer para o trabalho.
Em termos mais Objetivos,
indica que a tarefa mais importante dos Líderes de hoje é”Criar um ambiente de
trabalho que inspire contribuições excepcionais e que mereça erupções de
paixão, imaginação e iniciativa”, pois o sucesso da empresa dependerá desta criação.
Assim, se sua equipe está
desmotivada, com pouca produtividade, sem comprometimento para o trabalho,
faz-se necessário que o Líder olhe-se no espelho, pois a equipe está apenas
refletindo a sua liderança
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
PENSAMENTOS E EXPECTATIVAS PARA 2013
Um Produto Interno Bruto (PIB) maior, a ampliação dos investimentos do Governo e o aumento no investimento estrangeiro, além do acréscimo da renda da população é o que indica a pesquisa anual realizada pela Deloitte Consultoria, “Panorama Empresarial 2013 – um estudo sobre o que pensam e esperam os líderes empresariais brasileiros”.
A maioria dos entrevistados acredita em melhores resultados para o Brasil em 2013, apesar de 75% das empresas consultadas tenham sofrido em 2012, em algum nível, impactos negativos nos seus resultados em função da conjuntura econômica internacional, sendo que 46% obtiveram queda nos lucros.
Já 80% das empresas que afirmaram não terem sido afetadas pelo cenário internacional (25% do total da amostra) aumentaram suas receitas líquidas;
RECEITAS PARA 2013
Os principais focos de atuação das organizações participantes do estudo para 2013 são:
A redução de custos (63% - item de maior impacto negativo no resultado de 2012 devido a pressão dos preços dos salários, benefícios e de produção) é a principal meta para 2013, Fortalecimento da marca (59%) e investimento em capital humano (53%).
Destacam-se, ainda, o investimento em inovação (49%) e ações de retenção de pessoas (39%).
EXPECTATIVAS PARA SÃO GABRIEL EM 2013
No Trabalho sobre “O Futuro do Varejo – Perspectivas e Caminhos” que analisamos junto aos empresários de São Gabriel, em palestra na CDL, já se vislumbrava uma tendência de Mercado local favorável ao empreendedorismo, que veio se confirmar em recente anúncio do crescimento 2010 do PIB municipal, ingressando no seleto grupo das 40 maiores economias do RS.
Diante desse cenário já se vê louváveis iniciativas na busca de oportunizar a qualificação para o empreendedorismo, como o projeto para o centro de formação profissional da mulher ( CFP Mulher) e o projeto de revitalização visual das empresas locais, liderado pela Secretaria de Indústria e Comércio, juntamente com as entidades patronais, visando aproveitar o momento positivo que vive a economia do município, em sintonia com a nacional.
Porém, é importante estar alerta a o fato de que “Aprender uma atividade para empreender é vital, mas adquirir conhecimentos científicos para manter o empreendimento (Administrar, Liderar, Vender, Planejar, Dirigir, Controlar) também é fundamental para a sobrevivência empresarial”, pois não há mais espaço para “aventuras e achismos”.
A maioria dos entrevistados acredita em melhores resultados para o Brasil em 2013, apesar de 75% das empresas consultadas tenham sofrido em 2012, em algum nível, impactos negativos nos seus resultados em função da conjuntura econômica internacional, sendo que 46% obtiveram queda nos lucros.
Já 80% das empresas que afirmaram não terem sido afetadas pelo cenário internacional (25% do total da amostra) aumentaram suas receitas líquidas;
RECEITAS PARA 2013
Os principais focos de atuação das organizações participantes do estudo para 2013 são:
A redução de custos (63% - item de maior impacto negativo no resultado de 2012 devido a pressão dos preços dos salários, benefícios e de produção) é a principal meta para 2013, Fortalecimento da marca (59%) e investimento em capital humano (53%).
Destacam-se, ainda, o investimento em inovação (49%) e ações de retenção de pessoas (39%).
EXPECTATIVAS PARA SÃO GABRIEL EM 2013
No Trabalho sobre “O Futuro do Varejo – Perspectivas e Caminhos” que analisamos junto aos empresários de São Gabriel, em palestra na CDL, já se vislumbrava uma tendência de Mercado local favorável ao empreendedorismo, que veio se confirmar em recente anúncio do crescimento 2010 do PIB municipal, ingressando no seleto grupo das 40 maiores economias do RS.
Diante desse cenário já se vê louváveis iniciativas na busca de oportunizar a qualificação para o empreendedorismo, como o projeto para o centro de formação profissional da mulher ( CFP Mulher) e o projeto de revitalização visual das empresas locais, liderado pela Secretaria de Indústria e Comércio, juntamente com as entidades patronais, visando aproveitar o momento positivo que vive a economia do município, em sintonia com a nacional.
Porém, é importante estar alerta a o fato de que “Aprender uma atividade para empreender é vital, mas adquirir conhecimentos científicos para manter o empreendimento (Administrar, Liderar, Vender, Planejar, Dirigir, Controlar) também é fundamental para a sobrevivência empresarial”, pois não há mais espaço para “aventuras e achismos”.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Participando do Programa "Bom Dia Cidade" na Rádio Tchê São Gabriel, apresentado pela Jornalista Viviane Bertol, levando a nossa contribuição aos Empreendedores da Região, comentando sobre o futuro do Varejo, Marketing Eletrônico, Estratégias e Ações de Marketing, dentre outros assuntos abordados. Dia 11 de Dezembro de 2012 tem nova rodada de perguntas e respostas. (clique na foto para ampliar).
domingo, 25 de novembro de 2012
Reportagem Publicada no Jornal Cenário de Notícias, sobre nossa consultoria prestada em Brasília, culminando com a apresentação do Projeto de Modernização da Gestão das Empresas Lotéricas, que, no futuro, propiciará ao governo Brasileiro contribuir com a tecnologia, consultoria e estrutura para o desenvolvimento social dos países Asiáticos (Especialmente China e Índia) Africanos e Sul Americanos (clique na foto para ler).
segunda-feira, 2 de abril de 2012
PRECISAMOS DE UM LÍDER
A vida em sociedade, a modernidade empresarial, a capacitação constante para enfrentar as mudanças que o mercado impõe exige cada vez mais pessoas com a desenvolvida capacidade de Liderar.
MAS O QUE É SER UM LÍDER?
Já houve época em que ser um Líder era sinônimo de ter pulso forte ou mesmo de falar com autoridade.
Hoje, no entanto, Líder é alguém capaz de dialogar com os membros da equipe e saber mudar de direção sempre que for necessário. É alguém capaz de conduzir uma equipe com entusiasmo para o objetivo, Alguém capaz de perceber e desenvolver conhecimentos e habilidades em pessoas comuns e colocá-las na função certa, isto é, de acordo com suas capacidades.
A equipe depende do Líder. Líder é aquele em quem as pessoas acreditam, confiam, seguem e respeitam pela atitude coerente e capacidade de fazer crítica de si mesmo.
Portanto, o líder deve não somente prestar informações sobre o serviço, mas manter relações honestas, baseadas em confiança e, acima de tudo, ser exemplo.
Deve ter objetivos bem claros e apoiar-se em seus valores pessoais para alcançá-los. Deve ainda estar consciente da necessidade de aprender coisas novas e de aceitar novas idéias.
Precisa preparar-se constantemente para lidar com a ameaça externa – a Concorrência – e, também com a ameaça interna – o controle emocional.
DICAS PARA UM LÍDER VENCEDOR:
1)Identifique seu nível de estresse. O alto nível de estresse prejudica o relacionamento com a equipe, além de comprometer a saúde. Pergunte a si mesmo: Estou dormindo bem? Como está minha saúde? Sinto-me Feliz? Estou realizado no trabalho?
2)Equilibre seu estilo de vida. Além do trabalho, tenha tempo para o lazer
3)Faça exercícios físicos, cuide de sua espiritualidade, cultive os relacionamentos e amizades; permita-se fazer algo de que goste
4)Sempre troque idéias com amigos e colegas de profissão. Acredite nas pessoas
5)Busque novos desafios
6)Tenha objetivos claros. Isso traz seguidores autênticos e motivados
7)A chave para o alto desempenho é a integridade. Seja íntegro acima de tudo
8)Nas situações difíceis, seja parceiro de sua equipe e garanta um clima favorável e compartilhado
9)Filtre as notícias externas. Não seja vítima de influências negativas. Conheça seu mercado ( concorrentes, clientes, fornecedores )
10)Antecipe o Futuro: Veja na crise uma oportunidade de Crescimento e aprendizado
11)Saiba como gastar a sua moeda mais valiosa – o tempo
De posse dos conceitos acima, faça a sua reflexão (Comentários serão bem vindos):
1) Sou o Líder que nós (o Mercado) Precisamos?
2) Quais as lideranças que dou como exemplo em São Gabriel?
MAS O QUE É SER UM LÍDER?
Já houve época em que ser um Líder era sinônimo de ter pulso forte ou mesmo de falar com autoridade.
Hoje, no entanto, Líder é alguém capaz de dialogar com os membros da equipe e saber mudar de direção sempre que for necessário. É alguém capaz de conduzir uma equipe com entusiasmo para o objetivo, Alguém capaz de perceber e desenvolver conhecimentos e habilidades em pessoas comuns e colocá-las na função certa, isto é, de acordo com suas capacidades.
A equipe depende do Líder. Líder é aquele em quem as pessoas acreditam, confiam, seguem e respeitam pela atitude coerente e capacidade de fazer crítica de si mesmo.
Portanto, o líder deve não somente prestar informações sobre o serviço, mas manter relações honestas, baseadas em confiança e, acima de tudo, ser exemplo.
Deve ter objetivos bem claros e apoiar-se em seus valores pessoais para alcançá-los. Deve ainda estar consciente da necessidade de aprender coisas novas e de aceitar novas idéias.
Precisa preparar-se constantemente para lidar com a ameaça externa – a Concorrência – e, também com a ameaça interna – o controle emocional.
DICAS PARA UM LÍDER VENCEDOR:
1)Identifique seu nível de estresse. O alto nível de estresse prejudica o relacionamento com a equipe, além de comprometer a saúde. Pergunte a si mesmo: Estou dormindo bem? Como está minha saúde? Sinto-me Feliz? Estou realizado no trabalho?
2)Equilibre seu estilo de vida. Além do trabalho, tenha tempo para o lazer
3)Faça exercícios físicos, cuide de sua espiritualidade, cultive os relacionamentos e amizades; permita-se fazer algo de que goste
4)Sempre troque idéias com amigos e colegas de profissão. Acredite nas pessoas
5)Busque novos desafios
6)Tenha objetivos claros. Isso traz seguidores autênticos e motivados
7)A chave para o alto desempenho é a integridade. Seja íntegro acima de tudo
8)Nas situações difíceis, seja parceiro de sua equipe e garanta um clima favorável e compartilhado
9)Filtre as notícias externas. Não seja vítima de influências negativas. Conheça seu mercado ( concorrentes, clientes, fornecedores )
10)Antecipe o Futuro: Veja na crise uma oportunidade de Crescimento e aprendizado
11)Saiba como gastar a sua moeda mais valiosa – o tempo
De posse dos conceitos acima, faça a sua reflexão (Comentários serão bem vindos):
1) Sou o Líder que nós (o Mercado) Precisamos?
2) Quais as lideranças que dou como exemplo em São Gabriel?
sábado, 10 de março de 2012
São Gabriel: Ame-o ou Deixe-o
Buscar saber o que o mercado quer, pensa e sente é uma das tarefas do consultor de marketing para orientar seus clientes. Para isso, uma das minhas ferramentas de acompanhamento do mercado é acompanhar as redes de relacionamento social, dentre elas o Facebook.
No Facebook
Outro dia, lendo comentários , alguém desabafou dizendo que não sabia mais em quem confiar seu voto para comandar São Gabriel, pois tinha o sentimento de que a cidade não andava. Imediatamente obteve como resposta a seguinte frase: “Se não estás contente, vá embora” .Automaticamente, Lembrei-me dos tempos da Ditadura quando falar, discordar, discutir melhorias era proibido, e onde era estampado nas paredes das ruas e nos adesivos dos carros: “Brasil: Ame-o ou Deixe-o”.
Essa cultura dos anos 70, disseminada em nosso país na época, pareceu-me ainda ter resquícios e aprovações na nossa cidade, principalmente naqueles em que o argumento para convencer o outro, é frágil.
E a Empresa?
E a empresa, conseqüência da cultura de seus membros, de seus proprietários como terá resultados rentáveis e sustentáveis quando o tipo de argumento é esse: “Meu Negócio: Ame-o ou Deixe-o”?
A Cultura e o Clima Empresarial
Nós seres sociais carregamos muitas vezes esse tipo de cultura herdada e ditatorial, transformando nossa cidade, nosso trabalho, nossos empregados e nossa empresa em “Simples usuários do Mercado”, atuando de uma forma em que todos tenham que se adequar ao nosso pensamento, a nossa forma de entender a vida e as coisas, a nossa cultura empresarial, quando o contrário é que dá a sobrevivência e sustentação do sonho econômico e social.
As Causas e Consequências
O Sebrae em seus estudos mostra que somente 2 em 100 empresas criadas a cada ano continuam vivas após 5 anos, e a causa principal é a “Incapacidade Gerencial” de seus empreendedores, estando no bojo de suas práticas:
a) não ouvir o que o mercado, atuando empiricamente e ignorando os desejos e as necessidades dos clientes.
b) Despreparo da equipe para analisar e solucionar as necessidades dos clientes.
E Você,
como vê esse assunto em São Gabriel?
Comente aí
quinta-feira, 1 de março de 2012
EM QUE DÉCADA SÃO GABRIEL ESTÁ?
Nesta vida de consultor empresarial, viajando, treinando líderes e colaboradores, elaborando palestras e pesquisando artigos e entrevistas na área empresarial, busco comparar (as vezes) o que está no texto com a realidade de nossas cidades do centro oeste do RS, especialmente em São Gabriel, minha terra natal. Muitas dessas leituras indicam freqüentes alterações no mundo corporativo, tanto na esfera Humana quanto Administrativa já que os últimos 30 anos ocorreram mudanças significativas, e a entrevista “como ficam os Talentos Estratégicos” (www.rh.com.br), me levou a refletir :
Os anos 70, na esfera humana por exemplo, colaborar com a empresa era OBEDECER PASSIVAMENTE ao “chefe”, o iluminado, o dono da verdade. Existia o ditado que distinguia o bom do mau colaborador: “O Bom Cabrito não Berra”. As mudanças eram lentas e as inovações temidas pelas mentalidades acomodadas e fechadas para o mundo. Era a gestão empresarial sem gestão participativa.
Já no final da década de 80 a cultura predominante nas empresas era marcada pela suposta PROTEÇÃO que as empresas ofereciam aos funcionários. A estabilidade no emprego estava presente em quase todas as mentes e aspirações dos profissionais. Os anos passaram e as inovações chegaram.
Na metade da década de 90 até nossos dias, com a abertura do mercado, a chegada da globalização e da competição era possível observar uma outra realidade e as empresas viram que o DESENVOLVIMENTO DO CAPITAL INTELECTUAL era a chave para a competitividade que se acentuava cada vez mais. Diante desse contexto, as pessoas também mudaram de postura e compreenderam que a empregabilidade era um reflexo de quem sabe fazer a diferença para o negócio.
Isso provocou efeitos diretos no comportamento dos profissionais e hoje muitos buscam o constante desenvolvimento, seja através da empresa onde atua ou mesmo por iniciativa própria. Com isso, os talentos estratégicos tornaram-se alvo das atenções das empresas e o desejo comum é de que esses permaneçam em seus quadros e contribuam com o sucesso do negócio, pois não é apenas mais um colaborador que integra a folha de pagamento. Ele tem aspirações diferenciadas, faz constantes questionamentos e quando não vê mais desafios para superar no dia-a-dia, pode perder a motivação e, simplesmente, ir embora.
Agora é com Você, Reflita e Comente aí (para melhorar nossas empresas):
1) Em que Década Empresarial São Gabriel Está ( e porque )?
Também publicado em www.colunapontodevista.com
Nesta vida de consultor empresarial, viajando, treinando líderes e colaboradores, elaborando palestras e pesquisando artigos e entrevistas na área empresarial, busco comparar (as vezes) o que está no texto com a realidade de nossas cidades do centro oeste do RS, especialmente em São Gabriel, minha terra natal. Muitas dessas leituras indicam freqüentes alterações no mundo corporativo, tanto na esfera Humana quanto Administrativa já que os últimos 30 anos ocorreram mudanças significativas, e a entrevista “como ficam os Talentos Estratégicos” (www.rh.com.br), me levou a refletir :
Os anos 70, na esfera humana por exemplo, colaborar com a empresa era OBEDECER PASSIVAMENTE ao “chefe”, o iluminado, o dono da verdade. Existia o ditado que distinguia o bom do mau colaborador: “O Bom Cabrito não Berra”. As mudanças eram lentas e as inovações temidas pelas mentalidades acomodadas e fechadas para o mundo. Era a gestão empresarial sem gestão participativa.
Já no final da década de 80 a cultura predominante nas empresas era marcada pela suposta PROTEÇÃO que as empresas ofereciam aos funcionários. A estabilidade no emprego estava presente em quase todas as mentes e aspirações dos profissionais. Os anos passaram e as inovações chegaram.
Na metade da década de 90 até nossos dias, com a abertura do mercado, a chegada da globalização e da competição era possível observar uma outra realidade e as empresas viram que o DESENVOLVIMENTO DO CAPITAL INTELECTUAL era a chave para a competitividade que se acentuava cada vez mais. Diante desse contexto, as pessoas também mudaram de postura e compreenderam que a empregabilidade era um reflexo de quem sabe fazer a diferença para o negócio.
Isso provocou efeitos diretos no comportamento dos profissionais e hoje muitos buscam o constante desenvolvimento, seja através da empresa onde atua ou mesmo por iniciativa própria. Com isso, os talentos estratégicos tornaram-se alvo das atenções das empresas e o desejo comum é de que esses permaneçam em seus quadros e contribuam com o sucesso do negócio, pois não é apenas mais um colaborador que integra a folha de pagamento. Ele tem aspirações diferenciadas, faz constantes questionamentos e quando não vê mais desafios para superar no dia-a-dia, pode perder a motivação e, simplesmente, ir embora.
Agora é com Você, Reflita e Comente aí (para melhorar nossas empresas):
1) Em que Década Empresarial São Gabriel Está ( e porque )?
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Lições Empresariais do Carnaval em São Gabriel
Muitas vezes vamos buscar a sabedoria longe de nossos olhos, em livros americanos, europeus, em Fóruns, Cursos, etc, quando grandes e visíveis exemplos empresariais estão tão perto que não percebemos, e quando percebemos não comentamos, talvez por comodismo, medo, acreditar que nada adianta, etc.
Assim, o propósito desta coluna é trazer à tona a diversidade de opiniões sobre os assuntos aqui desenvolvidos para, juntos, ampliarmos nossa visão, nosso conhecimento, nosso relacionamento e, principalmente, subsidiar os líderes empresariais de informações de “ como pensa o consumidor gabrielense” para que se busque ações de manutenção e melhorias que irão favorecer os anseios de nossa comunidade.
Usando o carnaval, procurei fazer um comparativo das escolas e blocos que se apresentaram em São Gabriel como empresas, verificando que as atitudes de seus líderes e liderados trazem vários exemplos para serem aplicados (ou não) nos nossos empreendimentos, alguns que destaco a seguir:
1)O Bloco DIRETORIA, 1º a entrar no mercado do samba, trouxe como grande lição empresarial “ O ENTUSIASMO” de sua empresa, onde seus integrantes mostraram alegria no Atendimento ao público, atitude primordial para qualquer negócio e, por ser debutante na avenida do samba, careceu de maior preparo técnico como qualquer novato na empresa,que se supera com a vontade e com o comprometimento de um “vassoura nova”.
2)O Bloco JUBOP, com seus mais de 34 anos de experiência de samba, mostrou na prática a “SABEDORIA” do Carnaval com planejamento, organização e controle exemplares. Foi o destaque Técnico do Carnaval dos Blocos, com a Bateria realmente nota 10, departamentos(alas) visivelmente organizados, lideranças apaixonadas e samba enredo empolgante, mas, ao meu ver, com uma motivação inferior aos seus concorrentes diretos, bem ao estilo “já estou no mercado, já tenho meus clientes, sou líder do mercado ”.
3)Já sobre as escolas de Samba e os demais blocos destaca-se principalmente a “INICIATIVA e a CRIATIVIDADE” das participantes, pois com Visíveis ”escassos recursos econômicos” vieram atender seu mercado consumidor com o senso de Missão, de razão de existir para seus clientes, tão essencial nos dias de hoje de nossas empresas, com destaque especial para a Escola de Samba “Filhos de Olodum” que também investiu na “gestão do conhecimento”, atraindo parceiros de Uruguaiana para prestarem consultoria a seus líderes, e assim, sagrou-se a Campeã das Escolas 2012.
4)Outros destaques que me chamaram atenção, vendo com olhos de Consultor Empresarial:
a) Comprometimento: Vandinho do Olodum
b) Obstinação: Bloco Diretoria
c) Marketing: Cenário de Notícias, no Bloco União da Ilha e Ferroarte Esquadrias.
d) Merchandising: Roque Montagner , atuando nos Blocos JUPOB e União da Ilha e na Escola Filhos da Lua
e) Sucesso: Bloco da Geni (como sempre).
f) Contagiante: Samba enredo da JUPOB
g) Conhecimento Técnico: Puxador de Samba do Diretoria
h) Equipe: Bloco Diretoria
i) Competência: Bloco Kizueira
j) Planejamento: Bloco JUPOP
k) Organização: Bloco Kizueira e JUPOB
l) Iniciativa: Vandinho do Olodum e o ressurgimento do Xibos.
m) Liderança: Mestre de Bateria do Kizueira
5) A concentração (de onde analisei as 4 noites de folia) viu-se uma das poucas falha da organização do carnaval, pois as empresas já arrancavam praticamente na praça, o que dá para comparar a uma empresa que não se prepara, não se planeja para o mercado, para o cliente, e abre as portas sem estar organizada (como um time de pelada que junta 11 jogadores e vai direto para o campo de jogo), agravando-se pelo percurso que, segundo soube depois, encerrava no final da praça, o que se pode dizer que atingia uma clientela pequena, um nicho somente, reduzindo seu potencial de participação no mercado, atuando com capacidade ociosa, e, em conseqüência, com alto custo de oportunidade.
6)O Kizueira, Bloco do Bairro Santo Antônio, vencedor do concurso 2012 que deixei para fechamento dessa análise, já havia comentado com amigos e familiares na sua 1ª apresentação que achava que era o “Favorito Técnico e Tático”, pois notei que seu “produto” estava em uma embalagem adequada ( não muito sofisticada, é verdade, mas eficiente ), um ambiente de vendas padronizado, uma equipe entusiamada e muito bem Treinada e a Liderança (do mestre de bateria) dos grandes vencedores como poucas vezes vi na minha vida (e olha que já ouvi muito peixe grande), emocionando com suas palavras de ordem a todos que ali estavam, sem auxílio de microfones, deixando-me a grande lição de que “Temos, sim,Grandes Exemplos Empresariais sem sair de casa”.
Comente aí: o que acho do “Empresariamento” no Carnaval em São Gabriel ?
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Assim, o propósito desta coluna é trazer à tona a diversidade de opiniões sobre os assuntos aqui desenvolvidos para, juntos, ampliarmos nossa visão, nosso conhecimento, nosso relacionamento e, principalmente, subsidiar os líderes empresariais de informações de “ como pensa o consumidor gabrielense” para que se busque ações de manutenção e melhorias que irão favorecer os anseios de nossa comunidade.
Usando o carnaval, procurei fazer um comparativo das escolas e blocos que se apresentaram em São Gabriel como empresas, verificando que as atitudes de seus líderes e liderados trazem vários exemplos para serem aplicados (ou não) nos nossos empreendimentos, alguns que destaco a seguir:
1)O Bloco DIRETORIA, 1º a entrar no mercado do samba, trouxe como grande lição empresarial “ O ENTUSIASMO” de sua empresa, onde seus integrantes mostraram alegria no Atendimento ao público, atitude primordial para qualquer negócio e, por ser debutante na avenida do samba, careceu de maior preparo técnico como qualquer novato na empresa,que se supera com a vontade e com o comprometimento de um “vassoura nova”.
2)O Bloco JUBOP, com seus mais de 34 anos de experiência de samba, mostrou na prática a “SABEDORIA” do Carnaval com planejamento, organização e controle exemplares. Foi o destaque Técnico do Carnaval dos Blocos, com a Bateria realmente nota 10, departamentos(alas) visivelmente organizados, lideranças apaixonadas e samba enredo empolgante, mas, ao meu ver, com uma motivação inferior aos seus concorrentes diretos, bem ao estilo “já estou no mercado, já tenho meus clientes, sou líder do mercado ”.
3)Já sobre as escolas de Samba e os demais blocos destaca-se principalmente a “INICIATIVA e a CRIATIVIDADE” das participantes, pois com Visíveis ”escassos recursos econômicos” vieram atender seu mercado consumidor com o senso de Missão, de razão de existir para seus clientes, tão essencial nos dias de hoje de nossas empresas, com destaque especial para a Escola de Samba “Filhos de Olodum” que também investiu na “gestão do conhecimento”, atraindo parceiros de Uruguaiana para prestarem consultoria a seus líderes, e assim, sagrou-se a Campeã das Escolas 2012.
4)Outros destaques que me chamaram atenção, vendo com olhos de Consultor Empresarial:
a) Comprometimento: Vandinho do Olodum
b) Obstinação: Bloco Diretoria
c) Marketing: Cenário de Notícias, no Bloco União da Ilha e Ferroarte Esquadrias.
d) Merchandising: Roque Montagner , atuando nos Blocos JUPOB e União da Ilha e na Escola Filhos da Lua
e) Sucesso: Bloco da Geni (como sempre).
f) Contagiante: Samba enredo da JUPOB
g) Conhecimento Técnico: Puxador de Samba do Diretoria
h) Equipe: Bloco Diretoria
i) Competência: Bloco Kizueira
j) Planejamento: Bloco JUPOP
k) Organização: Bloco Kizueira e JUPOB
l) Iniciativa: Vandinho do Olodum e o ressurgimento do Xibos.
m) Liderança: Mestre de Bateria do Kizueira
5) A concentração (de onde analisei as 4 noites de folia) viu-se uma das poucas falha da organização do carnaval, pois as empresas já arrancavam praticamente na praça, o que dá para comparar a uma empresa que não se prepara, não se planeja para o mercado, para o cliente, e abre as portas sem estar organizada (como um time de pelada que junta 11 jogadores e vai direto para o campo de jogo), agravando-se pelo percurso que, segundo soube depois, encerrava no final da praça, o que se pode dizer que atingia uma clientela pequena, um nicho somente, reduzindo seu potencial de participação no mercado, atuando com capacidade ociosa, e, em conseqüência, com alto custo de oportunidade.
6)O Kizueira, Bloco do Bairro Santo Antônio, vencedor do concurso 2012 que deixei para fechamento dessa análise, já havia comentado com amigos e familiares na sua 1ª apresentação que achava que era o “Favorito Técnico e Tático”, pois notei que seu “produto” estava em uma embalagem adequada ( não muito sofisticada, é verdade, mas eficiente ), um ambiente de vendas padronizado, uma equipe entusiamada e muito bem Treinada e a Liderança (do mestre de bateria) dos grandes vencedores como poucas vezes vi na minha vida (e olha que já ouvi muito peixe grande), emocionando com suas palavras de ordem a todos que ali estavam, sem auxílio de microfones, deixando-me a grande lição de que “Temos, sim,Grandes Exemplos Empresariais sem sair de casa”.
Comente aí: o que acho do “Empresariamento” no Carnaval em São Gabriel ?
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